Três fatos, dentre os muitos
que nos chegam diariamente, chamaram minha atenção: Primeiro, a fala mais que
indignada do senador Renan Calheiros em face da sanção, pela coitada da
presidente do Brasil, do aumento que quase triplicou a tal verba partidária,
aquela para a manutenção das mordomias dos partidos políticos, verba essa que
sai do bolso de cada trabalhador deste sofrido País.
De passagem permitam-me
falar mais um pouco dessa senhora que ora ocupa o mais alto cargo do Brasil,
mas que, atualmente, não manda nada. Hoje o governo do Brasil está loteado, ou
melhor, aproveitando a onda do momento, terceirizado entre o vice-presidente, o
presidente da Câmara e o presidente do Senado.
O senador Renan Calheiros,
na maior cara de pau jamais vista, teceu duras críticas à presidente, como já
dito, pela sanção de um projeto que ele e seus correligionários foram
artífices. É simplesmente estarrecedor se vê até onde pode chegar a falta de
compostura de certas pessoas que iludem, que enrolam, que mentem.
O outro fato digno de nota
foi o recuo da presidente em falar à Nação em Rede Nacional de Rádio e Televisão
com absoluto medo, por sinal justificado, de receber um panelaço e, desta vez,
ainda maior que o anterior. Degradante, mais da conta, foi ver o porta-voz
tentar justificar ao dizer que “a
presidenta (palavra dele) não falaria em rede nacional de rádio e televisão, mas que faria isso pela internet
porque queria dialogar como o povo.” Esse moço deve ser, no mínimo, um
idiota. Como assim cara pálida? Dialogar como o povo? Com mais de 200 milhões? Pela internet? Só pode
ser piada. O certo é que a presidente está com medo de que o caldo entorne
ainda mais.
O terceiro fato nos reporta
ao Nepal, onde infelizmente, pela ação da mãe natureza, mais de 5000 mortes já
foram contabilizadas e foi afetada a vida de mais de um quarto da população.
Também se noticia que serão necessários cerca de US$ 6 bilhões para a
reconstrução do país. Ora, cá entre nós, depois do “mensalão” e de seu primo mais
rico o “petrolão”, essa quantia chega parecer um troco. Assim, visto pelo lado
do dinheiro, é preferível uma catástrofe natural, desde que não deixe mortos, do
que ser governado pelo PT. É bem mais barato.