sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A DILMA, OS" INTELECTUAIS" E OS "ARTISTAS"

A imprensa tem dado destaque a um manifesto em favor da manutenção da Srª Dilma à frente do Governo e claramente contra seu impeachment. No Brasil a imprensa é livre, conquanto seja extremamente dependente da publicidade dos órgãos estatais, daí morrerem de medo de desagradar seu mais destacado cliente. Como confirmação disso, hoje corre na internet dezenas de manifestações a favor do impeachment daquela senhora, inclusive com a formação de grupos, muito deles já acampados em Brasília, e nem por isso a imprensa submissa faz qualquer divulgação, é como se só existisse aquele acanhado manifesto.

Falemos dos intelectuais signatários do manifesto. Que classe de intelectuais é essa que, na contramão dos desejos da população, se arvoram em dar apoio a uma pessoa totalmente inculta, de quem se tem informação de ser uma pessoa arrogante, prepotente e mal educada. No manifesto proclamam, que um impeachment da presidente seria um golpe contra a democracia. Diante de tal citação ponho em dúvida esse pomposo título de Intelectuais, vez que o impeachment, se ocorrer, não será um golpe contra a democracia e sim o cumprimento dela. Joãozinho Trinta, grande carnavalesco do Rio, dizia: “Quem gosta de pobreza é rico. Pobre gosta de ver luxo”. Num plágio torto do carnavalesco, esses “intelectuais” vão na mesma direção dando seu apoio de doutores do saber a uma pessoa tão ignorante que chegou a propor, dentre outras barbaridades, que se estocasse vento. Nenhum ex-presidente deste País detém uma coleção tão vasta de idiotices e, diga-se de passagem, que já tivemos até mesmo analfabeto.

Os verdadeiros intelectuais do Brasil devem estar mortos de vergonha. Vale lembrar que os intelectuais que estão na linha de frente da proposição de impeachment da presidente são nomes como Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior.

Falemos agora dos “artistas” que assinaram o tal manifesto. Busquei no noticiário e não encontrei o nome de nenhum deles. Seguramente são artistas de 3ª e 4ª categorias. Daqueles que não se sabe o nome e quando se vê em alguma ponta não se nota seu trabalho. Seguramente são aqueles que se arrastam pelos corredores das emissoras de rádio e televisão mendigando um bico para descolar um troco. Os verdadeiros artistas, aqueles de 1ª grandeza não associam seu nome em causa tão perdedora. Sempre estão do lado do povo. Pela sensibilidade que têm detectam, com precisão, seus anseios, sentem seus medos, suas frustrações.


Não é preciso ser intelectual para ver no grande problema em que o País, como um todo, está mergulhado. Anos de trabalho árduo no sentido de colocar o Brasil em um patamar de desenvolvimento, com benefícios evidentes para todos, foi nesses últimos doze anos completamente destruído e vamos levar muito tempo para recuperar o tempo e espaço perdidos. É preciso começar a mudança já e isso quer dizer: Varrer como lixo, porta a fora, esse governo e toda sua gentalha.