quarta-feira, 10 de junho de 2015

SUGADORES DAS TETAS DA PÁTRIA MÃE GENTIL


Como se não bastasse os apaziguados, apadrinhados, centenas de sindicalistas incompetentes e oportunistas todos colocados em cargos e funções muito além de suas capacidades, temos entranhados nas infladas máquinas dos governos federal, estaduais e municipais os Sugadores das Tetas da Pátria Mãe Gentil que sem a menor vergonha vagueiam de lá pra cá enchendo a pança. São muitos, em todos os níveis, em todos os cantos. É uma raça que na maioria se esconde na obscuridade de suas vidas insípidas e nem por isso deixam de custar muito dinheiro aos contribuintes, contudo, alguns pela notoriedade e status ensejam maiores prejuízos à sociedade, seja pela omissão, pelo exemplo, pela falta de respeito próprio etc.

São compositores fracassados que pela vida miserável de pedintes são ferrenhos defensores do governo que os abriga e que de quando em quando lhes jogam migalhas que são pegas no ar em um salto. Em sintonia com seus patrões e mentores chegam a defender regimes bárbaros como a ditadura de Cuba, dentre outros. O que causa incômodo é que, se eles julgassem de corpo e alma, que esses lugares são toda essa belezura que apregoam, lá viveriam e não em Ipanema ou outro recanto igualmente prazeroso ao sabor de uísque 12 e 24 anos apreciando o ir e vir de belas paisagens. Assim fica fácil.

Outra turma de sugadores digna de nota são os chamados reis e rainhas. O Brasil tem mais essa característica sui generis, é o regime presidencialista deste mundo com o maior número de reis e rainhas. Aqui temos rainha dos baixinhos, rei do futebol, rei da jovem guarda, mesmo que beirando os 80 anos, e por aí vai. Todos, sem exceção, de uma forma ou de outra, dando suas sugadas nas tetas estatais, mesmo que não aparentando isso.

O rei da jovem guarda se projetou na época dos presidentes generais e há quem diga que o Regime o prestigiou como um pano de fundo, já que era agradável à juventude da época e ele, por sua vez, embarcou na onda e não se tem dele registrado uma única nota que seja de ter, em algum momento, feito qualquer menção, ato ou palavra contra o regime à época vigente. Saiu da obscuridade para a fama sem nenhum problema. Hoje elogia publicamente o atual governo mesmo sabendo que estamos caminhando a passos largos para o abismo econômico, com inflação em alta, desemprego tirando o sono de milhões de brasileiros, crescimento do PIB que, se dermos sorte, ficaremos no zero a zero. Ele deveria ter mantido sua estratégia de ficar calado, como fez no bem sucedido começo de sua carreira.

Outro rei, que nos campos de futebol foi um gênio, hoje é conhecido por seus chutes desastrados e defesas impróprias de pessoas e coisas pra lá de suspeitas. É, também, um defensor do atual governo. Cada vez que abre a boca chega ser constrangedor. O caso recente da eleição, ou melhor, reeleição do presidente da FIFA é apenas uma das muitas bolas fora de sua carreira fora dos gramados. Com todo o prestígio que alcançou, inclusive como o Atleta do Século XX, honraria ímpar, poderia ter ajudado muito, coisa que se recusou a fazer. Ora, uma pessoa que renega uma filha, mesmo em seu leito de morte, pode se esperar esse comportamento mesquinho. Enquanto isso protege e acoberta, o que não julgo errado, o filho que já foi condenado e preso por ato criminoso. Dois pesos, duas medidas.

Aqui também temos a rainha dos baixinhos, outra defensora do atual governo e dona de frases desastrosas, que o bom senso recomenda se reposicionar vez que a áurea que a cercou por mais de 28 anos já não mais existe.

Então como forma de se dar um caráter institucional aos sugadores de todas as espécies fica aqui a sugestão da criação do “Bolsa Teta” e nela incluir nominalmente todos aqueles que, de alguma forma, dela se beneficiam ou se beneficiaram.

O que causa risos é ver conhecidos sugadores no momento em que, por algum motivo, são alijados da mamata deitar falação, jogar no ventilador como se diz, abrir a boca e vomitar cobras e lagartos, na maior cara de pau. Os exemplos não são raros, é só dar tratos a bola.