Como se não bastasse os
apaziguados, apadrinhados, centenas de sindicalistas incompetentes e
oportunistas todos colocados em cargos e funções muito além de suas capacidades,
temos entranhados nas infladas máquinas dos governos federal, estaduais e
municipais os Sugadores das Tetas da
Pátria Mãe Gentil que sem a menor vergonha vagueiam de lá pra cá enchendo a
pança. São muitos, em todos os níveis, em todos os cantos. É uma raça que na
maioria se esconde na obscuridade de suas vidas insípidas e nem por isso deixam
de custar muito dinheiro aos contribuintes, contudo, alguns pela notoriedade e
status ensejam maiores prejuízos à sociedade, seja pela omissão, pelo exemplo,
pela falta de respeito próprio etc.
São compositores fracassados
que pela vida miserável de pedintes são ferrenhos defensores do governo que os
abriga e que de quando em quando lhes jogam migalhas que são pegas no ar em um
salto. Em sintonia com seus patrões e mentores chegam a defender regimes
bárbaros como a ditadura de Cuba, dentre outros. O que causa incômodo é que, se
eles julgassem de corpo e alma, que esses lugares são toda essa belezura que
apregoam, lá viveriam e não em Ipanema ou outro recanto igualmente prazeroso ao
sabor de uísque 12 e 24 anos apreciando o ir e vir de belas paisagens. Assim fica
fácil.
Outra turma de sugadores digna
de nota são os chamados reis e rainhas. O Brasil tem mais essa característica
sui generis, é o regime presidencialista deste mundo com o maior número de reis
e rainhas. Aqui temos rainha dos baixinhos, rei do futebol, rei da jovem
guarda, mesmo que beirando os 80 anos, e por aí vai. Todos, sem exceção, de uma
forma ou de outra, dando suas sugadas nas tetas estatais, mesmo que não aparentando isso.
O rei da jovem guarda se
projetou na época dos presidentes generais e há quem diga que o Regime o
prestigiou como um pano de fundo, já que era agradável à juventude da época e
ele, por sua vez, embarcou na onda e não se tem dele registrado uma única nota
que seja de ter, em algum momento, feito qualquer menção, ato ou palavra contra
o regime à época vigente. Saiu da obscuridade para a fama sem nenhum problema.
Hoje elogia publicamente o atual governo mesmo sabendo que estamos caminhando a
passos largos para o abismo econômico, com inflação em alta, desemprego tirando
o sono de milhões de brasileiros, crescimento do PIB que, se dermos sorte,
ficaremos no zero a zero. Ele deveria ter mantido sua estratégia de ficar
calado, como fez no bem sucedido começo de sua carreira.
Outro rei, que nos campos de
futebol foi um gênio, hoje é conhecido por seus chutes desastrados e defesas
impróprias de pessoas e coisas pra lá de suspeitas. É, também, um defensor do
atual governo. Cada vez que abre a boca chega ser constrangedor. O caso recente
da eleição, ou melhor, reeleição do presidente da FIFA é apenas uma das muitas
bolas fora de sua carreira fora dos gramados. Com todo o prestígio que
alcançou, inclusive como o Atleta do Século XX, honraria ímpar, poderia ter
ajudado muito, coisa que se recusou a fazer. Ora, uma pessoa que renega uma
filha, mesmo em seu leito de morte, pode se esperar esse comportamento
mesquinho. Enquanto isso protege e acoberta, o que não julgo errado, o filho
que já foi condenado e preso por ato criminoso. Dois pesos, duas medidas.
Aqui também temos a rainha dos
baixinhos, outra defensora do atual governo e dona de frases desastrosas, que o
bom senso recomenda se reposicionar vez que a áurea que a cercou por mais de 28
anos já não mais existe.
Então como forma de se dar um
caráter institucional aos sugadores de todas as espécies fica aqui a sugestão
da criação do “Bolsa Teta” e nela incluir nominalmente todos aqueles que, de
alguma forma, dela se beneficiam ou se beneficiaram.
O que causa risos é ver conhecidos
sugadores no momento em que, por algum motivo, são alijados da mamata deitar
falação, jogar no ventilador como se diz, abrir a boca e vomitar cobras e
lagartos, na maior cara de pau. Os exemplos não são raros, é só dar tratos a
bola.