Vivemos
tempos de calamidades. Só se ouve notícias ruins e o pior é que no dia seguinte
as novas notícias são piores que as anteriores. Vai tudo mal. As vendas sejam
do comércio, da indústria ou dos serviços vão de mal a pior. O fantasma da
inflação de dois dígitos nos ronda e, para os jovens que não conviveram com
ela, posso assegurar, é um verdadeiro horror. No mesmo pisar a taxa de desemprego
sobe a cada medição, mesmo por órgãos oficiais e a presidente, estou à beira de
chama-la de “presidenta” vez que rima com o nome do bicho que me vem à cabeça, em seus
doutos discursos fala de que o País tem problemas, mas que esses problemas,
naturais em qualquer país, vão passar mais rápido do que se imagina.
Ou 71% da
população brasileira não passa de batedores de pinicos, como insinuou um certo
ator de 5ª categoria, um verdadeiro perdedor que deve está de pires na mão atrás
de uma esmola governamental, ou a senhora “presidenta”, teleguiada por um séquito de assessores tão
lunáticos quanto ela, deveria, em nome da brasilidade que diz ter, tirar seu
time de campo e ir para bem longe, por lá ficar e não voltar nunca mais.
Não existe
nenhuma sintonia entre o que ela fala, ou melhor, entre o que ela lê e a
realidade que nos salta aos olhos. Hoje se fizermos uma retrospectiva do seu
primeiro mandato somado aos dois mandatos do seu antecessor e perguntarmos o que
de real foi feito nesses 13 anos de agonia, teremos como resposta uma única
palavra: corrupção. Mensalão, Petrolão, Eletrolão, e por aí vai.
O País
está estagnado e entregue à ganância as mais variadas, todos prontos para dar o seu golpe,
o seu jeito, no sentido de ele mesmo subir a rampa do Planalto e se enfaixar. Todos
falam em olhar mais para o Brasil e deixar de lado as picuinhas políticas, mas ninguém,
absolutamente ninguém dá o primeiro passo. O Brasil entra nessa conversa, como
já diziam os mais antigos, só pra inglês ver.
O governo
da Srª Dilma, o mais fraco e desprestigiado que já existiu, tem como propulsor
o surgimento de candidatos para ocupar seu cargo. São tantos e tão diversificados que por
esse singular motivo ela ainda não foi mandada pra casa. A linha de sucessão dá
sinais claros nesse sentido. Os políticos de dentro e também até aqueles que já
deveriam ter pendurado suas chuteiras fazem suas apostas. Todos fazem contas. Todos fazem conchavos.
E, nessa mixórdia de interesses mesquinhos, todos se atrapalham.
É um
descompasso geral. O governo não diz e não faz coisa com coisa e os que se
julgam príncipes herdeiros não se entendem. Nenhum deles está do lado do
Brasil, cada um está do seu lado e só. Na verdade o Brasil está necessitado do surgimento de uma liderança positiva e aglutinadora, que nos tirasse do atoleiro em que nos encontramos. Este País tem as condições necessárias e suficientes para dar certo, o nosso problema é que temos uma classe política que não permite que isso aconteça.